terça-feira, 1 de julho de 2014

Cbers-4 completa mais uma bateria de testes

O modelo de voo do satélite Cbers-4 completou nesta segunda-feira (23), no Centro Espacial da Academia de Ciência e Tecnologia da China (Cast, na sigla em inglês), os testes de vibração nos seus três eixos. Os testes reproduzem as condições pelas quais o satélite passa durante o lançamento.
Quinto exemplar do programa de satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres (Cbers), o Cbers-4 prossegue até agosto próximo na fase denominada de testes ambientais térmicos realizados na câmara de termo-vácuo. A etapa final é o teste sistêmico de longa duração, com 100 horas contínuas de operação, com o satélite simulando sua operação em voo. Em seguida se realiza a Revisão Final de Projeto (FDR, na sigla em inglês), prevista para setembro.
O lançamento do Cbers-4 está programado para ocorrer na segunda semana de dezembro próximo no Centro de Lançamento de Taiyuan, na China. Desde o início da montagem do satélite, em janeiro último, todas as etapas têm a participação efetiva de técnicos e engenheiros do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
O Brasil é responsável por 50% dos subsistemas do satélite. A indústria nacional desenvolveu a estrutura, o subsistema de energia, as câmaras MUX e WFI, o gravador de bordo, o transmissor de dados, de coletas de dados e equipamentos do subsistema do computador de bordo.
A chegada do satélite à base de lançamento de Taiyuan está prevista para a segunda semana de outubro. Lá será realizada a campanha de lançamento que inclui testes elétricos pós-transporte, montagem final dos painéis solares, enchimento dos tanques de combustíveis, montagem do satélite na coifa onde o satélite é instalado para ser levado ao espaço, instalação da coifa no topo do foguete lançador e testes com o satélite na torre de lançamento.

Coordenação de Comunicação Social (CCS-AEB)

Satélite Cbers-4 completa mais uma bateria de testes

Elis Lopes!!!

AEB confirma lançamento do Cbers-4 em reunião do Conselho Superior

 O lançamento do Cbers-4 (Satélite Sino-Brasileiro de Sensoriamento Remoto) programado para a segunda semana de dezembro deste ano na China foi um dos diversos itens da pauta da 67ª Reunião Ordinária do Conselho Superior da Agência Espacial Brasileira (AEB), realizada nesta quarta-feira (2), em Brasília (DF).
A previsão inicial para lançamento do Cbers-4, satélite desenvolvido em parceria entre Brasil e China, era final de 2015. Mas em decorrência da perda do Cbers-3, em dezembro de 2013, devido a uma falha em um dos motores do veículo lançador chineses após partir da base de Taiyuan, os dois países concordaram em reunir esforços e antecipar o lançamento.
O presidente da AEB, José Raimundo Coelho, que dirigiu a reunião, também falou sobre a revisão técnica realizada no mês passado nos projetos de satélites de pequeno porte, apoiados financeiramente pela Agência, pelo professor Jordi Puig-Suari, da Universidade Politécnica da Califórnia (Cal Poly), dos Estados Unidos.
A exemplo do professor Felipo Graziani, da Universidade La Sapienza, convidado para a revisão em 2013, Puig-Suari também parabenizou o país pelo avançado estágio tecnológico alcançado no desenvolvimento de pequenos satélites. Ele também ressaltou a importância do apoio dado pela AEB a formação de recursos humanos com a concessão de bolsas para que grupos de universitários participem dos projetos.
Os projetos avaliados por Puig-Suari foram o Serpens, o ITASat, o NanosatC-Br1, o AESP-14, o Ubatubasat e o transponder Conasat. A exceção deste, os demais estão programados para serem lançados no segundo semestre do ano.
Composição – O presidente também informou sobre a alteração no quadro de membros do Conselho. Raimundo Coelho agradeceu o empenho e a dedicação dos integrantes que saíram e deu as boas vindas aos dez novos conselheiros.
Passaram a integrar o Conselho da AEB o Tenente Coronel Aviador Mauro Henrique Monsanto da Fonseca e Souza (titular), do Gabinete de Segurança Institucional; Contra Almirante Sérgio Ricardo Segovia (titular), do Comando da Marinha; Capitão de Fragata Rodrigo Reis Bittencourt (suplente), do Comando da Marinha; General de Brigada Pedro Soares da Silva Neto (titular), do Comando do Exército;Coronel Eduardo Wolski (suplente), do Comando do Exército; Ministro José Raphael Lopes Mendes de Azeredo (titular), do Ministério das Relações Exteriores (MRE); Conselheira Maria Rita Fontes Faria (suplente), do MRE; Robson Quintilio (titular), do Ministério da Educação; Jorge Luiz Maroni Dias (suplente) do Ministério do Planejamento, e Igor Ferreira Bueno (suplente), da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).
A próxima reunião do Conselho está prevista para agosto próximo em data e local a serem definidos.

Coordenação de Comunicação Social (CCS-AEB)

AEB confirma lançamento do Cbers-4 em reunião do Conselho Superior

page


Elis Lopes!!!

Inventor dos nanosatélites veio ao Brasil

(Nanosatélites são "pequenos satélites").



Depois de perder alguns de seus engenheiros aeroespaciais devido à explosão ocorrida na Base de Alcântara em 2003, o Brasil ainda está tentando compensar parte do tempo perdido, para se colocar entre as nações em condições de desenvolver satélites e colocá-los em órbita. Com esse objetivo, está recebendo desde sábado (22), até o dia 31, Jordi Puig-Suari, uma das maiores autoridades internacionais no desenvolvimento de satélites de pequeno porte – os nanosatélites.
Jordi Puig-Suari é, ao lado de Bob Twiggs, o inventor dos nanosatélites. Professor de engenharia aeroespacial da Universidade Politécnica da Califórnia, ele vem ao país para fazer a revisão crítica dos nanosatélites que estão sendo construídos e que, a partir de junho, serão colocados em órbita: o NanosatBR1, o Aesp-14, o Projeto Serpens, o ITASat, e o UbatubaSat. 
Com peso entre 1 e 5 quilos, os nanosatélites têm diversos tipos de aplicações. Em geral, são usados para sensoriamento remoto da superfície terrestre, por meio de fotografias de alta resolução, para a coleta de dados meteorológicos e hidrográficos, na medição do desmatamento, das irradiações atmosféricas e outros tipos de experiências científicas.
Os nanosatélites têm vantagens em relação aos satélites normais, disse Puig-Suari à Agência Brasil após desembarcar no país. “Antes de tudo, eles têm menor custo e, pela menor dimensão, é mais barato, fácil e rápido colocá-los em órbita. São mais fáceis de serem operados e, o mais importante: têm uma engenharia de sistema mais integrada” acrescentou.
Apesar de pequenos, os nanosatélites têm todas as partes dos grandes satélites: antenas, comunicação por rádio, sistema de controle de energia, painel solar, estrutura (uma espécie de esqueleto do satélite), computador de bordo, sistemas de posicionamento e de propulsão. “A diferença é que todas elas estão em apenas um compartimento”, disse o engenheiro aeroespacial.
Esse tipo de satélite pode fazer de tudo, tanto para fins comerciais, como científicos e industriais. A Nasa [agência espacial dos EUA] e a agropecuária norte-americana usam bastante esse tipo de tecnologia. “E a tendência é que esse uso seja cada vez maior [nessas e em outras áreas]. Até porque as tecnologias estão cada vez menores”, explicou Puig-Suari.
Geralmente, os nanosatélites são mais baratos também por não usarem equipamentos específicos para satélites, e sim aqueles que são encontrados com mais facilidade no mercado. Eles não são feitos para durar muito mais tempo do que os satélites de maior porte, mas têm melhor custo-benefício.
“Esses satélites tornam o acesso ao espaço mais simples. São mais fáceis de serem construídos e é mais rápido lançá-los. Com isso, o projeto avança mais rapidamente e, no caso do Serpens [Sistema Espacial para Realização de Pesquisas em Experimentos com Nanossatélites], isso ajudará na preparação de estudantes”, acrescentou o pesquisador.
O estímulo a estudantes é o que mais empolga o coordenador de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Agência Espacial Brasileira (AEB), Jean Robert Batana. “O Projeto Serpens vai desmistificar a cultura espacial das universidades que têm o curso de engenharia aeroespacial. Os resultados e conhecimentos estimularão mais universidades e escolas, fazendo com que o Brasil entre em um novo patamar da atividade espacial”, disse Batana.
A velocidade com a qual as tecnologias são desenvolvidas é outro ponto que favorece os nanosatélites, podendo, inclusive, diminuir as diferenças com outros países já que, com elas, novos pontos de partida surgem a todo momento.
“Vislumbramos, em um futuro próximo, vários jovens criando pequenas empresas para fornecer componentes e estruturas ao mercado. E vamos recuperar um pouco da inteligência perdida em Alcântara”, acrescentou Batana. Segundo ele, esse projeto envolve mais de 100 estudantes de diversas universidades federais brasileiras.
O satélite do Projeto Serpens está sendo construído na AEB e custará R$ 3 milhões – valor que inclui os gastos com o satélite, quatro estações em terra (postos de comando) e 20 sensores que enviarão dados e se comunicarão com o satélite a partir de diversos pontos espalhados pelo país. A verba inclui a instalação de um laboratório na AEB.
“Começamos com esse projeto em agosto de 2013, e o lançamento será feito em um intervalo menor do que um ano”, comempora a professora da Universidade de Brasília UnB) Chantal Cappelletti, especialista em projetos de sistemas espaciais.
Dos nanosatélites que estão sendo desenvolvidos no Brasil, o primeiro a ser colocado na órbita será o NanosatBR1, em 1° de julho, por um foguete russo. Ele testará o comportamento de placas e circuitos em ambiente espacial e fará experimentos científicos de medição da ionosfera para auxiliar estudos sobre meteorologia e telecomunicações.
Os demais satélites serão colocados em órbita em setembro, por meio de uma parceria com o Japão, a partir da Estação Espacial Internacional (ISS). Todos estão em fase de produção em diversas universidades e institutos brasileiros – como a Federal de Minas (UFMG), de Santa Maria (UFSM), a UnB, a Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
Como visto nessa postagem a AEB (Agência Espacial Brasileira), juntamente com 7 universidades, centros de pesquisas e cientistas da Espanha e dos Estados Unidos lançaram 4 nanosatélites neste ano (2014).
Elis Lopes!!!

sábado, 28 de junho de 2014

Nebulosa Cabeça de cavalo

Nebulosa cabeça de cavalo localiza a aproximadamente 1.500 anos-luz de distancia da Terra.
nebulosa Cabeça de Cavalo (ou Barnard 33) é uma nebulosa escura na constelação de Orion. A nebulosa está localizada logo abaixo de Zeta Orionis, estrela que faz parte do cinturão de Órion
Foi observada pela primeira vez em 1888 por Williamina Fleming na chapa fotográfica B2312 do observatório da Universidade de Harvard.

Foto: Nebulosa cabeça de cavalo localiza a aproximadamente 1.500 anos-luz de distancia da Terra.

Curta Além do Sistema Solar

Foto: CUB - Centro de Ufologia Brasileiro
Elis Lopes!!!

quarta-feira, 4 de junho de 2014

História da AEB

A Agência Espacial Brasileira (AEB) é uma autarquia do governo brasileiro de natureza civil, que está vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). Criada em 10 de fevereiro de 1994, pela lei nº 8.854 , tem por finalidade promover o desenvolvimento das atividades espaciais brasileiras de forma descentralizada.
Para nortear estas ações e definir diretrizes, a AEB atua na coordenação central do Sistema Nacional de Desenvolvimento das Atividades Espaciais (SINDAE) e tem a responsabilidade de formular a Política Nacional de Desenvolvimento das Atividades Espaciais (PNDAE) e de formular e implementar o Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE), cujas atividades são executadas por outras instituições governamentais que compõem o sistema.
Atualmente a AEB está sob controle civil, anteriormente estava sob controle militar. Alguns atribuem a pressões dos Estados Unidos por esta mudança. Outros acreditam que foi decorrente da mudança de foco do programa espacial, decorrente da chegada de civis à Presidência da República.

   

Elis Lopes!!!

História da NASA

NASA (sigla em inglês de National Aeronautics and Space Administration – Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço) é uma agência do Governo dos Estados Unidos da América responsável pela pesquisa e desenvolvimento de tecnologias e programas de exploração espacial. Sua missão oficial é "fomentar o futuro na pesquisa, descoberta e exploração espacial". A NASA foi criada em 29 de julho de 1958, substituindo seu antecessor, o NACA - National Advisory Committee for Aeronautics (Comitê Consultivo Nacional para a Aeronáutica).
A NASA foi responsável pelo envio do homem à Lua (veja projeto Apollo) e por diversos outros programas de pesquisa no espaço. Atualmente ela trabalha em conjunto com a Agência Espacial Europeia (ESA), com a Agência Espacial Federal Russa (Roscosmos) e com mais alguns países da Ásia e do mundo todo para a criação da Estação Espacial Internacional.
A NASA também tem desenvolvido vários programas com satélites e com sondas de pesquisa espacial que viajaram até outros planetas e até, alguns deles, se preparam para sair do nosso sistema solar, sendo a próxima grande meta, que tem atraído a atenção de todos, uma viagem tripulada até o planeta Marte, nosso vizinho.
A ciência da NASA está focada em uma melhor compreensão da Terra através do Earth Observing System, na promoção da heliofísica através do trabalho do Heliophysics Research Program, na exploração do sistema solar com missões robóticas avançadas, tais como New Horizons, e na pesquisa astrofísica, aprofundando-se em tópicos como o Big Bang com o auxílio de grandes observatórios.
         Roscosmos logo ru.svg            


O Sistema de Observação da Terra, ou Earth Observing System (EOS) é um programa da NASA que se constitui numa série de satélites artificiais. As suas missões e instrumentos científicos são voltados para a observação de longo alcance da superfície da Terra, bem como sua biosfera, atmosfera e seus oceanos. O primeiro satélite do programa foi lançado em 1997.

Elis Lopes!!!

terça-feira, 3 de junho de 2014

NASA

Aqui vai o Twitter de alguns astronautas da NASA e o twitter da própria:
@NASA
@astro_reid  (Reid Wiseman)
@AstroKarenN   (Karen L. Nyberg)

Agora vamos falar um pouco de algumas das missões da NASA:

Mars Science Laboratory



Curiosity's View From Arrival Point at 'The Kimberley' Waypoint  Curiosity Mars rover da NASA registrou essa visão de vários tipos de rocha em um waypoint chamado "Kimberley" pouco depois de chegar no local durante o dia 589 marciano, ou sol, do trabalho do rover em Marte (02 de abril de 2014).

International Space Station



Esta é uma imagem captada pela Estacão Espacial Internacional.

Hubble Space Telescope



Imagem captada pelo Telescópio Hubble.

Cassini



Esta é a imagem (famosa por ter um estranho objeto em um dos anéis de Saturno) capturada pela Cassini.

Asteroid and Comet Watch





Imagens selecionadas diretamente do site da NASA.

De olho no calendário:

16 de junho, 2014 
Lançamento do Regional Spaceport Mid-Atlantic em Wallops vôo Facility da NASA, Orbital 2 irá entregar a carga e suprimentos da tripulação para a Estação Espacial Internacional. 

01 julho de 2014 - 02:56 Pacific 

OCO-2 é uma missão de satélite da Terra para estudar o dióxido de carbono na atmosfera e fornecem aos cientistas uma idéia melhor do impacto do composto químico sobre a mudança climática. Ele será lançado em um foguete Delta II 7320 do Complexo 2 na Base Aérea de Vandenberg, na Califórnia.


Fonte: http://www.nasa.gov/
(Site oficial da NASA)

Elis Lopes!!!