quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

NASA teme que planeta Vênus corra risco de sumir do Sistema Solar



Os enormes distúrbios espaciais, conhecidos no domínio científico como anomalias do fluxo de calor, podem acabar engolindo o planeta Vênus, segundo um alerta recente de especialistas. Os pesquisadores chegaram à conclusão de que esse fenômeno climatológico espacial – muito frequente fora da bolha magnética da Terra – tem grandes repercussões para os planetas que não contam com uma magnetosfera como a terráquea.
Glyn Collinson, pesquisador do Centro de Voos Espaciais Goddard da NASA, em Greenbelt, adverte: “como Vênus não possui um campo magnético para se proteger, as gigantescas anomalias de fluxo quente que ocorrem acima do planeta poderiam engoli-lo por inteiro”. Foi possível chegar a essa conclusão graças às observações da nave Venus Express, da Agência Espacial Europeia, que revelaram o tamanho e a frequência destas anomalias climatológicas.
Ao contrário da Terra, que conta com um escudo magnético, Vênus possui uma atmosfera suficientemente densa para que qualquer objeto que chegue próximo à sua superfície seja imediatamente esmagado. A pergunta a se fazer para os cientistas é: por que nosso planeta desenvolveu uma magnetosfera, e o que aconteceria com a vida abrigada nele se essa proteção não existisse?
É exatamente esse campo magnético que consegue desviar o vento solar, bem como as anomalias do fluxo de calor que se dirigem à Terra. Vênus, por outro lado, possui apenas uma camada denominada ionosfera, frágil o bastante para se supor que uma eventual anomalia de fluxo quente poderia acabar devorando o planeta.

Elis Lopes!!!

Escritor entra na justiça contra Nasa por "falhar" na investigação de vida extraterrestre - entenda

Sol 3540 | Notícias | The History Channel

O escritor e autodeclarado cientista Rhawn Joseph entrou com um processo contra a NASA, onde acusa a agência espacial norte-americana de não investigar de maneira eficiente a existência de vida fora da Terra. O processo foi aberto esta semana na corte da Califórnia.   Joseph, que também está envolvido com o controverso Journal of Cosmology, entrou na Justiça, especificamente, por conta de um anúncio recente de NASA sobre uma estranha pedra que “apareceu” na frente do rover Mars Opportunity. De acordo com a agência, trata-se de uma rocha que pode ter aparecido ali por conta de um impacto nas proximidades ou, provavelmente, o rover bateu na pedra do chão e ninguém havia notado até então.   Joseph, no entanto, discorda da explicação da NASA: para ele, a rocha seria uma organismo vivo. Ele entrou com uma ação para obrigar a agência a examinar a pedra mais de perto. De acordo com o processo, a Nasa deve “cumprir um dever público, científico e legal, que é fotografar de perto, cuidadosamente, de forma científica, e investigar um suposto organismo biológico”.   Joseph alega que a rocha seria, na verdade, algo que “germinou” a partir de esporos. “A recusa em tirar fotos aproximadas, de vários ângulos, a recusa de produzir imagens microscópicas do espécime, a recusa a liberar fotos de alta resolução é inexplicável, de forma imprudente, negligente e bizarra”, afirma o processo. A partir disso, Joseph lançou no documento as especificações das imagens que a NASA deve fazer para esclarecer as dúvidas em torno da enigmática “pedra”. Veja abaixo quais são:   “A - 100 imagens de alta resolução, aproximadas e com foco do espécime identificados no Sol 3540, em vários ângulos, de todos os lados e de cima para baixo do espécime, sob condições de iluminação adequadas, que minimizem o brilho;   B - Obter um mínimo de 24 imagens microscópicas em foco do exterior, bordas, paredes e interior do espécime sob condições apropriadas de iluminação;   C - A NASA e a equipe do rover devem disponibilizar ao público (e ao autor do processo) as imagens em alta resolução como especificado nos itens anteriores”.
Saiba mais em: http://noticias.seuhistory.com/escritor-entra-na-na-justica-contra-nasa-por-falhar-em-investigacao-de-vida-extraterrestre-entenda
Elis Lopes!!!

A fronteira final do Universo: Os buracos negros

Buracos Negros | Notícias | The History Channel

O ano de 2013 revelou novos mistérios do Universo que ainda estão longe de serem compreendidos pela ciência. Alguns passos à frente certamente foram dados no que se refere ao conhecimento sobre os buracos negros, um lugar de poderosa gravidade, matéria infinitamente densa, onde o tempo congela e a luz é "presa". No buraco negro, só há o caminho de ida. É impossível voltar de lá. Mas, o que há lá? Como um buraco negro se parece? Ele existe mesmo?   Atualmente, a maioria dos físicos agora aceita a existência de buracos negros. Eles seriam de dois tipos principais: buracos de massa estelar, que continuam existindo após o colapso de uma estrela; e os supermassivos, que os cientistas dizem agora estar no núcleo de todas as galáxias. O centro de cada buraco negro seria uma singularidade, um ponto que escapa à nossa compreensão e que quebra as leis da física. Nas bordas de cada buraco negro existe uma fronteira, chamada "horizonte de eventos", que separa o buraco negro do Universo. De acordo com pesquisadores, essa área é como uma "uma membrana unidirecional no espaço-tempo", seria como uma porta de saída: quem passa por ali não pode voltar nunca mais.   No centro da Via Láctea, temos o suposto supermassivo buraco negro Sagittarius A*, que tem 4,1 milhões de vezes a massa do Sol e está há 27 mil anos-luz de nós. Este ano, uma pequena fração de sua luz, emitida há 26 mil anos, foi captada e divulgada pela Nasa. Resultados de outras observações indicam que Sagittarius A* tinha uma extensão de, aproximadamente, 50 milhões de quilômetros. Acredita-se que a distorção do espaço-tempo em torno do horizonte de eventos faz o diâmetro dessa região parecer maior do que realmente é - 24 milhões de quilômetros.


Contudo, os pesquisadores acreditam que a verdadeira prova da existência de um buraco negro ainda está por vir, pois eles querem investigar mais a fundo uma suposta "sombra" encontrada na frente deste fenômeno. Para isso, existe um projeto em andamento, chamado "Telescópio Horizonte de Eventos" (Event Horizon Telescope), nos EUA. Em 2015, o Alma, no Chile, passará a fazer parte do projeto. A partir daí, certamente, a ciência conseguirá apenas formular perguntas sobre os buracos negros. Passos ainda muito maiores terão que ser dados para obter qualquer tipo de resposta.

Saiba mais em: http://noticias.seuhistory.com/fronteira-final-do-universo-os-buracos-negros
Elis Lopes!!!

Stephen Hawking afirma que o cérebro é capaz de sobreviver a morte do corpo



O famoso cientista Stephen Hawking sustenta que o cérebro de qualquer ser humano pode ser copiado para um computador, continuando “vivo” mesmo após a morte do corpo. A afirmação tem base teórica, claro.   O cientista comparou o funcionamento do cérebro a um software poderoso e a mente a um circuito eletrônico que permite seu funcionamento. Assim, Hawking afirma que mais cedo ou mais tarde será possível duplicar a mente em um computador, burlando a morte natural da pessoal que teve o cérebro duplicado.   Ele também afirmou que a tecnologia humana disponível agora ainda não é suficiente para conseguir tal resultado. Mas que num futuro próximo isso já será possível.   Há alguns dias o astrofísico polemizou ao se declarar a favor da eutanásia. A polêmica aconteceu em entrevista para lançamento do documentário especial sobre sua vida.
Saiba mais em: http://noticias.seuhistory.com/stephen-hawking-afirma-que-cerebro-e-capaz-de-sobreviver-morte-do-corpo
Elis Lopes!!!

Stephen Hawking nega a própria teoria e afirma que buracos negros não existem

Stephen Hawking | Notícias | The History Channel     O consagrado físico Stephen Hawking publicou um estudo que surpreendeu a comunidade científica internacional. Hawking, que é um dos criadores da teoria moderna do buraco negro, nega que esses fenômenos de energia no espaço existam como se pensava anteriormente.
No artigo Preservação de Informações e Previsão do Tempo para Buracos Negros, Hawking diz que o horizonte de eventos não existe. Essa espécie de fronteira visível que mantém qualquer tipo de matéria no interior do buraco negro seria apenas um horizonte aparente, que só poderia reter a matéria por uns tempos. “Você não pode sair de um buraco negro na teoria clássica, mas a teoria quântica prevê que energia e outros tipos de informações escapem do buraco negro”, afirmou Hawking para a respeitada revista Nature.Stephen Hawking, uma explicação formal do processo exigiria uma teoria que combinasse a gravidade com outras forças fundamentais da natureza, algo que os físicos vêm buscando sem sucesso, por quase um século. A nova noção de horizonte aparente postula que a captura da matéria é temporária, com sua liberação posterior em um formato totalmente distorcido e caótico. “Os efeitos em torno do buraco negro provocam flutuações quânticas demasiado violentas para se permitir a existência de uma fronteira tão definida”, conclui.

Elis Lopes!!!

Sol apresenta atividade nunca vista antes e intriga cientistas

Imagem do sol | Notícias | The History Channel

Algo estranho se passa com o nosso Sol, um fenômeno que os cientistas admitem não entender completamente. Richard Harrison, diretor de física espacial do Laboratório Rutherford Appleton, em Oxfordshire, na Inglaterra, disse que “nos 30 anos em que tenho trabalhado como físico solar, eu nunca vi nada parecido”. Mesma impressão tem a pesquisadora Lucie Verde, do Laboratório de Ciência Espacial, da University College London: “para mim e para muitos outros cientistas solares, isso nos tomou de surpresa”.
Mas o que será que está acontecendo? Será que o Sol está numa época de “cochilo”? De acordo com os pesquisadores, parece que ele realmente está dormindo, ou tirando uma soneca inesperada. O certo é que seu período atual de tranquilidade desafia qualquer cálculo. Faz 100 anos que nossa estrela não se mostra tão calma, o que é surpreendente, pois esperava-se que estivesse em uma intensa atividade, já que, teoricamente, atravessa o auge do seu ciclo de onze anos. Os pesquisadores esperavam flagrar labaredas gigantes e grandes erupções de massa coronal, porém nada disso está acontecendo. O nível de atividade do Sol continua a cair em alta velocidade, uma tranquilidade que provoca uma inquietação inversamente proporcional nos especialistas.   Alguns dizem que o Sol pode estar entrando em um período conhecido como o Mínimo de Maunder, um evento ocorrido no século XVII. No entanto, nem mesmo naquela época, a atividade solar havia caído tão rápido como agora: uma análise do núcleo de gelo mostra que esse comportamento não ocorre faz 10 mil anos. Quando aconteceu, o Mínimo de Maunder foi acompanhado de invernos muito mais frios do que o normal e, por conta disso, o período ficou conhecido como “pequena era do gelo”. De qualquer maneira, essa calmaria do nosso astro preocupa os cientistas, que tentam descobrir os motivos de tamanha tranquilidade do Sol e o que isso nos trará como consequência.

Saiba mais em: http://noticias.seuhistory.com/sol-apresenta-atividade-nunca-vista-antes-e-intriga-cientistas-de-todo-mundo
Elis Lopes!!!

NASA grava vídeo de rocha de 400 quilos se chocando com a Lua

Explosão na Lua | Notícias | The History Channel

Em 11 de setembro de 2013, cientistas da Universidade de Huelva e do Instituto de Astrofísica da Andaluzia registraram uma forte explosão na superfície lunar. O impacto, descoberto graças ao programa de observação MIDAS (Moon Impacts Detection and Analisis System), resultou na maior explosão jamais detectada no satélite natural da Terra. A revista científica Monthly Notices of Royal Astronomical Society confirmou, recentemente, que a colisão superou outra, registrada pela NASA poucos meses antes da primeira.
   
A rocha, que caiu na região conhecida como Mare Nubium, pesava em torna de 400 quilos. Os cientistas do MIDAS calculam que a cratera decorrente do impacto, que ocorreu em uma velocidade aproximada de 61.400 km/hora, deverá ter pelo menos 40 metros de diâmetro. O incêndio resultante do súbito aumento de temperatura da explosão pôde ser visto da Terra a olho nu. E, para os pesquisadores que acompanharam através de telescópio, durou oito longos segundos.
“Eu não podia acreditar no que estava vendo...”, relata o Professor José María Madiedo, um dos responsáveis pelo projeto que teve a chance de observar o incrível fenômeno em tempo real. Os impactos na Lua são bastante frequentes, “mas os objetos são pequenos, do tamanho de uma moeda. Ver um impacto dessa magnitude é uma coisa excepcional”, conclui.
O grupo do MIDAS gravou a sequência inteira em vídeo. Além disso, o grupo afirmou que a observação da quantidade e frequência dos objetos que caem na superfície lunar pode servir como base para outra dedução: o número de impactos contra o nosso planeta deve ser, no mínimo, dez vezes maior do que se supunha até o momento.

Veja o vídeo no site: http://noticias.seuhistory.com/nasa-grava-video-impressionante-de-rocha-de-400-quilos-se-chocando-com-lua-video
Elis Lopes!!!