quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Sol apresenta atividade nunca vista antes e intriga cientistas

Imagem do sol | Notícias | The History Channel

Algo estranho se passa com o nosso Sol, um fenômeno que os cientistas admitem não entender completamente. Richard Harrison, diretor de física espacial do Laboratório Rutherford Appleton, em Oxfordshire, na Inglaterra, disse que “nos 30 anos em que tenho trabalhado como físico solar, eu nunca vi nada parecido”. Mesma impressão tem a pesquisadora Lucie Verde, do Laboratório de Ciência Espacial, da University College London: “para mim e para muitos outros cientistas solares, isso nos tomou de surpresa”.
Mas o que será que está acontecendo? Será que o Sol está numa época de “cochilo”? De acordo com os pesquisadores, parece que ele realmente está dormindo, ou tirando uma soneca inesperada. O certo é que seu período atual de tranquilidade desafia qualquer cálculo. Faz 100 anos que nossa estrela não se mostra tão calma, o que é surpreendente, pois esperava-se que estivesse em uma intensa atividade, já que, teoricamente, atravessa o auge do seu ciclo de onze anos. Os pesquisadores esperavam flagrar labaredas gigantes e grandes erupções de massa coronal, porém nada disso está acontecendo. O nível de atividade do Sol continua a cair em alta velocidade, uma tranquilidade que provoca uma inquietação inversamente proporcional nos especialistas.   Alguns dizem que o Sol pode estar entrando em um período conhecido como o Mínimo de Maunder, um evento ocorrido no século XVII. No entanto, nem mesmo naquela época, a atividade solar havia caído tão rápido como agora: uma análise do núcleo de gelo mostra que esse comportamento não ocorre faz 10 mil anos. Quando aconteceu, o Mínimo de Maunder foi acompanhado de invernos muito mais frios do que o normal e, por conta disso, o período ficou conhecido como “pequena era do gelo”. De qualquer maneira, essa calmaria do nosso astro preocupa os cientistas, que tentam descobrir os motivos de tamanha tranquilidade do Sol e o que isso nos trará como consequência.

Saiba mais em: http://noticias.seuhistory.com/sol-apresenta-atividade-nunca-vista-antes-e-intriga-cientistas-de-todo-mundo
Elis Lopes!!!

NASA grava vídeo de rocha de 400 quilos se chocando com a Lua

Explosão na Lua | Notícias | The History Channel

Em 11 de setembro de 2013, cientistas da Universidade de Huelva e do Instituto de Astrofísica da Andaluzia registraram uma forte explosão na superfície lunar. O impacto, descoberto graças ao programa de observação MIDAS (Moon Impacts Detection and Analisis System), resultou na maior explosão jamais detectada no satélite natural da Terra. A revista científica Monthly Notices of Royal Astronomical Society confirmou, recentemente, que a colisão superou outra, registrada pela NASA poucos meses antes da primeira.
   
A rocha, que caiu na região conhecida como Mare Nubium, pesava em torna de 400 quilos. Os cientistas do MIDAS calculam que a cratera decorrente do impacto, que ocorreu em uma velocidade aproximada de 61.400 km/hora, deverá ter pelo menos 40 metros de diâmetro. O incêndio resultante do súbito aumento de temperatura da explosão pôde ser visto da Terra a olho nu. E, para os pesquisadores que acompanharam através de telescópio, durou oito longos segundos.
“Eu não podia acreditar no que estava vendo...”, relata o Professor José María Madiedo, um dos responsáveis pelo projeto que teve a chance de observar o incrível fenômeno em tempo real. Os impactos na Lua são bastante frequentes, “mas os objetos são pequenos, do tamanho de uma moeda. Ver um impacto dessa magnitude é uma coisa excepcional”, conclui.
O grupo do MIDAS gravou a sequência inteira em vídeo. Além disso, o grupo afirmou que a observação da quantidade e frequência dos objetos que caem na superfície lunar pode servir como base para outra dedução: o número de impactos contra o nosso planeta deve ser, no mínimo, dez vezes maior do que se supunha até o momento.

Veja o vídeo no site: http://noticias.seuhistory.com/nasa-grava-video-impressionante-de-rocha-de-400-quilos-se-chocando-com-lua-video
Elis Lopes!!!

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Atenção!!!

Foto: Hoje a Lua nascerá por volta das 22:00 horas 'horário de Brasília'.
Você pode olhar a qualquer momento após o nascer da Lua, que ela estará lá, junto com Marte, e logo acima uma pequena estrela azul, Spica.

Boa observação.

Cosmos 合
Victor Palma

Foto: Hoje a partir das 22:30 acontecerá a conjunção da lua com marte, então fiquem atentos!

Elisson Amboni



Atenção!! Hoje dia 19\02\14 Marte estará ao lado da Lua, se alinhando de uma maneira inédita nesse ano!!! A partir das 22:30 estará visível no céu a olho nu!!

Fonte: Cosmos ( página de estudos astronômicos do Facebook)
Elis Lopes!!!

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Projeto UbatubaSat tem apoio do INPE e documentário mostra construção de satélite por alunos de escola pública

Será lançado em 18 de fevereiro o documentário sobre estudantes de uma escola pública brasileira que, com o apoio do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), foram capazes de construir um pequeno satélite. A história do grupo mais jovem do mundo a ingressar na área espacial está no filme “Projeto UbatubaSat - Uma Jornada de Conhecimento”, que será exibido às 21 horas no Cine Porto em Ubatuba (SP).
Para realizar este projeto inédito de educação científica que vai além da sala de aula, o professor de matemática Cândido Oswaldo de Moura, da Escola Municipal Tancredo Almeida Neves, em Ubatuba, buscou o apoio e orientação de especialistas do INPE.
Desde 2011, professores de várias disciplinas e estudantes a partir de 11 anos periodicamente saem de Ubatuba para conhecer instalações do instituto e, principalmente, realizar e acompanhar atividades do projeto no Laboratório de Integração e Testes (LIT) e na Coordenação de Engenharia e Tecnologia Espacial (ETE), no INPE de São José dos Campos (SP).Além da trajetória da concepção e montagem do satélite, o filme mostra as visitas do grupo de estudantes à Nasa e à empresa Interorbital, nos Estados Unidos, e à cidade de Nagoya, no Japão, onde tiveram um artigo científico aceito em congresso aeroespacial.
Para assistir ao trailer e obter mais informações sobre o documentário acesse o site www.ubatubasat.com.

Alunos, professores e engenheiros no LIT.

Fonte: http://www.inpe.br/noticias/noticia.php?Cod_Noticia=3507
Elis Lopes!!!

Primeiro satélite brasileiro completa 21 anos

Em 9 de fevereiro o SCD-1 (Satélite de Coleta de Dados) completa 21 anos em órbita. Primeiro satélite desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o SCD-1 mantém a retransmissão de informações importantes para a previsão do tempo e monitoramento das bacias hidrográficas, entre outras aplicações.
Embora com limitações, o satélite continua operacional mais de duas décadas após seu lançamento pelo foguete americano Pegasus, em 1993. Na época, o primeiro satélite brasileiro tinha expectativa de apenas um ano de vida útil. Para o INPE, a longevidade do SCD-1 comprova a competência de seus grupos de engenharia, que projetaram os equipamentos, e também das equipes que mantém sua operação no centro de rastreio e controle de satélites do instituto.
O lançamento do SCD-1 colocou o Brasil entre as nações que efetivamente dominam o ciclo completo de uma missão espacial desde sua concepção até o final de sua operação em órbita. Marcou ainda o início da operação do Sistema de Coleta de Dados Brasileiro, que fornece informações para instituições nacionais governamentais e do setor privado que desenvolvem aplicações e pesquisas em diferentes áreas, como previsão meteorológica e climática, estudo da química da atmosfera, controle da poluição e avaliação do potencial de energias renováveis.
Dados
O Sistema Brasileiro de Coleta de Dados Ambientais é baseado em satélites de órbita baixa que retransmitem a um centro de missão as informações ambientais recebidas de um grande número de plataformas de coleta de dados (PCDs) espalhadas pelo Brasil.
As PCDs são equipamentos automáticos que possuem sensores eletrônicos para a medição de parâmetros ambientais, como o nível de água em rios e represas, a qualidade da água, a precipitação pluviométrica, a pressão atmosférica, a intensidade da radiação solar, a temperatura do ar, entre outros.
O satélite capta e retransmite os sinais das PCDs instaladas por todo o país e os envia para as estações de recepção e processamento do INPE em Cuiabá (MT) e em Alcântara (MA). Voando a uma velocidade de 27.000 km por hora, o SCD-1 leva aproximadamente uma hora e 40 minutos para completar uma volta em torno da Terra. Assim, a estação recebe várias vezes por dia os dados transmitidos por cada PCD.

Da estação de Cuiabá ou de Alcântara, os dados coletados pelo satélite são transmitidos para o INPE Nordeste, o centro regional do instituto localizado em Natal (RN), onde atualmente está instalado o Sistema Nacional de Dados Ambientais (SINDA), para processamento e distribuição de suas informações aos usuários a partir do endereço http://sinda.crn2.inpe.br.

O Sistema Brasileiro de Coleta de Dados Ambientais conta com uma rede de mais de mil plataformas instaladas e, nos últimos 21 anos, ininterruptamente, tem prestado serviços à sociedade através do monitoramento de parâmetros ambientais nas regiões mais remotas do território brasileiro.
Além do pioneiro SCD-1, integra o sistema de coleta de dados o satélite SCD-2, lançado em 1998.  

Satélite SCD-1 no Laboratório de Integração e Testes do INPE - primeiro satélite nacional, lançado em 1993.



Fonte: http://www.inpe.br/noticias/noticia.php?Cod_Noticia=3503
Elis Lopes!!!

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Buraco Negro absorve planeta 15 vezes maior que Júpter

Esta matéria também e um pouco antiga, de abril de 2013, mas achei muito interessante e decidi posta-lá para vocês!!

O buraco estava "adormecido" há mais de 30 anos e demorou três meses para desviar o planeta de sua trajetória e absorver 10% de sua massa.

Imagem mostra a ação do buraco negro sobre o planeta  (à esquerda) Foto: ESA / Divulgação
Um grupo de astrofísicos detectou um planeta com uma massa 15 vezes maior que a de Júpiter e que foi absorvido por um buraco negro em uma galáxia situada a 47 milhões de anos-luz da via Láctea, informou nesta terça-feira a Universidade de Genebra.
Os cientistas notaram um sinal luminoso que vinha de um buraco negro situado no centro da galáxia NGC 4845, cuja massa é 300 mil vezes superior à do Sol. O buraco estava "adormecido" há mais de 30 anos, segundo a Universidade em um comunicado.
"Foi uma observação totalmente inesperada em uma galáxia que esteve tranquila durante ao menos 20 ou 30 anos", afirmou Marek Nikojuk, da Universidade de Bialystok, na Polônia, o principal autor de um artigo publicado na revista Astronomy & Astrophysics, em declarações difundidas pela Agência Espacial Europeia (ESA).
Segunda a revista, o buraco negro demorou três meses para desviar o planeta de sua trajetória e absorver 10% de sua massa total. O resto permaneceu em órbita.
O satélite europeu Integral, com o qual também colaboram a agência espacial americana (Nasa) e a Rússia, tornou possível a observação.
Elis Lopes!!!

Astrônomos descobrem planeta 13 vezes maior que Júpter

Essa é uma matéria antiga, de novembro de 2012, mas que vale a pena ser novamente sitada!!
Astrônomos descobriram recentemente a fotografia rara de um grande "mundo alienígena". Chamado de Kappa Andromedae b, o planeta teria 13 vezes mais massa do que Júpiter e, consequentemente, seria muito maior do que qualquer outro planeta do nosso sistema solar.
De acordo com o Huffington Post, o planeta gasoso, classificado como "super Júpiter", orbita em torno da estrela Kappa Andromedae a 170 anos-luz da Terra. Segundo o site, existem mais de 850 planetas conhecidos fora do sistema solar, mesmo que possam existir bilhões de astros solitários na nossa galáxia. Dos que são conhecidos, porém, apenas uma pequena fração foi diretamente fotografada.
A foto do planeta foi registrada através do telescópio japonês Subaru, no Hawaii, por Joseph Carson, do Instituto de Astronomia da Faculdade de Charleston e  Max Planck, na Alemanha. Normalmente, é muito difícil fotografar "mundos alienígenas", pois, segundo especialistas, eles se tornam "extra brilhantes" por causa de suas estrelas vizinhas.
Neste caso, os astrônomos conseguiram "esconder" a luz extremamente clara do sol e, usando uma luz infravermelha, avistaram o planeta com a ajuda de um software. O planeta orbita em torno de uma estrela muito jovem, provavelmente com 30 milhões de anos de idade. Especialistas acreditam que o planeta é formado de um disco "protoplanetário" de gás e poeira, que são coletados em volta das estrelas logo após suas formações.
Matéria de: http://noticias.terra.com.br/ciencia/astronomos-descobrem-planeta-13-vezes-maior-que-jupiter,bc2805c32935b310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html
Elis Lopes!!!